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Sou filho de paraibanos. Os amigos de meus pais, em sua maioria, eram nordestinos. Cresci ouvindo música popular. Coisa que os ditos intelectuais chamam de música brega. Eu não me envergonho disto, bobagem de quem se acha menor por ter crescido em um ambiente que abarca manifestações artísticas de toda ordem.

Existe uma localidade em Niterói chamada Ititioca, uma quase embaixada do Nordeste na cidade na década de 80. Andando pelas ruas, em cada casa ouvia-se um dos pilares da música popular num volume mais alto que o outro. Músicas que enchiam as salas seja com simples violão, sanfona, flauta ou bater de palmas.

Em meio a esta sinfonia ouvia-se muito Reginaldo Rossi. E em minha mente estão registradas diversas canções. Inclusive as letras, mesmo que muitas capazes de fazer corar os cristãos mais ortodoxos.

Acaba de sair na imprensa que o cantor pernambucano faleceu vítima de um câncer no pulmão. De alguma forma, ele era a voz do povo simples e que se reconhecia em suas letras. Amores de verão, separações, saudade de sua terra ou simples nostalgia por um tempo que se passou. Enfim… o vazio que o ser humano carrega e busca ser preenchido.

Conheci muitos que ouviam suas canções em momentos de tristeza e se afundavam em tudo que pudesse ‘encharcar’ a alma vazia e sedenta. Seja em bebida ou mesmo num silêncio torturante de saudade em que os olhos descreviam cenários que hoje pareciam distantes. Sobrava o brilho da retina em olhos avermelhados.

Nisto somos todos iguais. Os que ouvem músicas populares ou aqueles que se entristecem por ouvir poemas tocantes de um Chico.

Há uma imensa saudade em nosso ser.
Eu chamo isto de saudade do Céu. De um Encontro. De Plenitude.

Encontrei isto em Jesus. E mesmo ouvindo musicas com tons e cores melancólicas, consigo enxergar que a saudade que este coração ainda sente, não esta localizada em coisas ou pessoas. Em Cristo, me vejo, num forte abraço com o sentido de TUDO!

Que o Senhor console a família de Reginaldo Rossi!


Tenho medo de pessoas que não reconhecem que são finitas, pequenas e que a vida nos atinge em cheio.

Várias vezes.
Sonhos despedaçam-se.
Tristeza bate na alma.

Afinal, ‘todo mundo se machuca, às vezes…’

Não saber lidar com isto, e negar, é o caminho da solidão.

E é interessante perceber que isto começa a bater forte no fim do ano.

Todo fim do ano…  (mais…)

Revelação e Metanoia

Publicado: 18 18UTC abril 18UTC 2012 em Sem categoria
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Num começo de tarde, lá pelo ano de 1992 eu chegava em casa. Lembro EXATAMENTE da cena: Meu irmão sentado no chão da sala.

Ele se levanta rápido e me diz: ‘Passou um clipe que você precisa ver! O nome da banda é Nirvana! Deixa ligado na MTV! Você precisa ver isso!’

Sim, ele falou com todas as exclamações acima.

Meu irmão foi para o colégio e eu deixei a MTV ligada a tarde toda. No fim da tarde, provavelmente 5 da tarde, o VJ Thunderbird apresenta o tal clipe.

Era este:

 

Vi o clipe até o fim. Fiquei completamente maluco com o que eu tinha acabado de assistir e sai de casa as pressas até a House Rock do velho Gilmar. Tinha que chegar lá ante da loja fechar.

A loja ficava numa galeria em Icaraí e tinha somente UMA escada rolante. Eu nunca havia subido aquela escada em tamanha velocidade, pois queria de qualquer forma conseguir aquele disco.

Lembro até hoje que entrei na loja esbaforido e o Gilmar falar de pronto: ‘Se tá procurando este tal Nirvana, só vai ter semana que vem!’

Eu nem havia perguntado NADA! Só que provavelmente eu deveria ter sido um entre dezenas que entravam na loja perguntando sobre  a banda.

[ UM PARÊNTESE: ]
Sei que para muitos que estão lendo este texto, não faz sentido algum  aguardar semanas para ouvir ou comprar um disco.
Só que falo de uma época em que não havia internet como temos hoje e nem downloads de músicas.
Se quisesse algo novo teria que IMPORTAR e aguardar no mínimo 15 dias para ter o CD em mãos.
Ah, sim: cada CD tinha seu valor em DOLAR! Ou seja, quando você ia comprar, tinha que calcular o valor na moeda brasileira.
Detalhe: Gilmar aceitava pagamento em dolar!
[ FECHA PARÊNTESE: ]


Voltando aquele dia: deixei meu nome na lista, que já tinha 3 páginas do caderno de encomendas,  de pessoas que aguardavam o disco ‘Nevermind’.

Sai dali e anunciei para todos os meus amigos o tal Nirvana.
Ficamos esperando a chegada do disco.
Lembro que na verdade esperei mais de um mês para GRAVAR numa fita K7 aquele disco, pois não havia nada deles lançado no Brasil e era comum na época as lojas de Rock venderem cópias em K7 dos discos.
Ou seja: pirataria sempre existiu!

Passados 20 anos, quem não viveu a época ou simplesmente não gosta de rock, pode ficar sem entender o fenômeno do grunge. Em 1991, basta conferir a lista de discos mais vendidos para entender que tempos eram aqueles para quem gostava de rock. Para minha tristeza, até o Metallica havia se vendido e feito o horrendo Black Album.

Uma simples olhada nas 10 mais da Billboard em 1991 para entender o que se passava:

1 – (Everything I Do) I DO IT FOR YOU – Bryan Adams
2 – I WANNA SEX YOU UP – Color Me Badd
3 – GONNA MAKE YOU SWEAT (Everybody Dance Now) – C&C Music Factory Featuring Freedom Williams
4 – RUSH RUSH – Paula Abdul
5 – ONE MORE TRY – Timmy T.
6 – UNBELIEVABLE – EMF
7 – MORE THAN WORDS – Extreme
8 – I LIKE THE WAY (The Kissing Game) – Hi-Five
9 – THE FIRST TIME – Surface
10 – BABY BABY – Amy Grant

De repente: um som seco, cheio de atitude, juvenil, coberto de testosterona e urgência aparece.

Houve uma resposta imediata e apartir dai um verdadeiro marco na história da música. E o resto é história…

Disso tiro uma reflexão de minha fé, pois consigo ver Cristo em todas as coisas.

Diante da revelação daquela música, mudei em muito minha vida.
Meu passado de ‘metaleiro’ e punk não foram renegados, mas os olhos foram abertos para algo maior.
Fiquei tão pasmo com o que vi, que não deixei de anunciar o que meus ouvidos ouviram.

Hoje , em 2012, repensando sobre o que encontrei em outubro de 1996. Encontrei Cristo.
Passados tantos anos, não há como negar que preciso tomar impulso para anunciá-lo com aquela força e urgência daqueles tempos.

Revelação é acompanhada de Metanóia!
E isso é diário, pois Jesus tem se revelado em pequenas coisas.
Coisas tão simples como no dia em que ouvi Nirvana pela primeira vez.

Sim, pois o que foi uma mera Graça Comum foi como uma ante-sala da Revelação dEle em 1996.

Em 1992 Kurt Cobain salvou minha vida da mesmice. Hoje Cobain, é só lembrança

Em 1996 Jesus salvou minha vida de mim mesmo. Hoje e Sempre, Jesus é meu amigo.

Glória a Cristo, SEMPRE!

Steve Jobs

Publicado: 6 06UTC outubro 06UTC 2011 em Sem categoria
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Acaba de morrer Steve Jobs…

Um gênio…

Não era santo, mas astuto.

Era um dos caras que gostaria de pelo menos apertar a mão.

Engraçado que não me passa agora pela cabeça falar sobre Eternidade.
Falar sobre coisas que o Senhor conhece melhor do que eu.

Queria falar de minha relação com a Apple desde os anos 80, quando ganhei um computador que emulava o sensacional Apple 2. Aquilo era fascinante para minha pré-adolescência nerd. Só fui saber da existência de Jobs lendo uma revista de 1985 sobre o lançamento do MacIntosh. A cara de playboy, com cabelo partido ao meio e cara de visionário, nunca saiu de minha memória. Quando li sobre o que este computador fazia, fiquei boquiaberto.

Só fui ver um MacIntosh muitos anos depois, mas viver aquela época e não acreditar que um computador seria fácil de mexer é inesquecível. Anos depois vi num VHS sobre a trajetória de Jobs, naquele momento idolatrado em sua pós-saída da Apple. Apartir dali pude entender um pouco da figura daquele cara. Um cara preocupado com os detalhes. Um cara chato com isso. Não abria mão do design final do produto. Tudo tinha que ser esteticamente perfeito.

Uma das grandes contribuições do Jobs, que a maioria das pessoas nem sabem, é a construção das fontes caligráficas. O que eu e você temos hoje aos montes em nossos computadores, Jobs foi o quem mais se preocupou com isto. O preciosismo dele quanto a beleza das fontes usadas nos primeiros MacIntoshs era de qualquer um na época ficar chocado.

Esta busca pela perfeição e pela estético o tornou um ícone no mundo da informática. Ou melhor: no mundo da tecnologia. Falar de Jobs é falar de um cara que transformou o mundo em que vivemos. Não tem como voltar os ponteiros e se contentar com produtos feios, pesados e sem inovação…

Steve morreu.
Todos morreremos um dia.
Deus usou Steve Jobs para trazer mais beleza a este mundo.
O pecado que habita em nós, também habitava nele.

Que Cristo tenha se revelado a Jobs, pois assim ele teria encontrado descanso em sua sede de Beleza e Transcendência.

O que nos resta é orar pela família que sofre no momento.

Hoje fui até uma livraria católica a procura de um livro. Chegando na livraria fiquei procurando o livro e ao mesmo tempo pesquisando novos títulos. Em determinado momento o vendedor e uma cliente estavam conversando alto, bem ao meu lado e não pude deixar de ouvir a conversa.

A senhora estava a procura de um livro e um cd de um padre. Na loja não havia nenhum exemplar dos produtos procurados por ela. Ela seguiu perguntando onde havia outra livraria católica onde poderia adquirir o que tanto queria. O vendedor informou que aquela era a única livraria católica da cidade. A idosa lamentou o fato e ainda argumentou que havia um monte de livrarias evangélicas e somente uma católica. Ai, o vendedor falou com desdém: “E nas livrarias evangélicas a senhora só vai encontrar Malafaia, Edir Macedo e similares!”

Ai, não me contive. Tentei, confesso, mas não me contive e tive que intervir na conversa de forma carinhosa e amável: “Só uma coisa: realmente tem muita porcaria nas livrarias evangélicas, mas nem tudo se resume a estes que você citou. Tem coisa boa!”

A senhora respondeu afirmativamente, concordando com minhas palavras. O vendedor fechou a cara e simplesmente respondeu que a senhora não acharia o que procura por lá. Sorri e continuei a minha procura na loja. Não era caso para discutir, mas de informar.

Fiquei pensando logo depois sobre a afirmação do vendedor. Realmente ele não deixou de ter razão no que ele falou. Há milhares de livros que prejudicam muito a fé de tantos que sinceramente se achegam ao Senhor. Há que se ter muito cuidado quando se entra numa livraria evangélica. Muitos compram a lista dos “10 mais” e deixam de se aprofundar em sua fé porque só procuram os ‘ventos de doutrina’ que abatem a igreja atual.

Só que ao mesmo tempo, numa simples visita podemos adquirir obras de gente como J.I. Packer, John Stott, Eugene Peterson, Richard Foster, William Hendriksen, Martin Lloyd-Jones, Jürgen Moltmann, Allister McGrath, Karl Barth, João Calvino e tantos outros autores que me auxiliaram a perceber que a fé cristã é prática e profunda.  Entre os brasileiros temos em muitas estantes nomes de peso como Ricardo Barbosa, Russel Shedd, Robinson Cavalcanti, Ariovaldo Ramos, Heber Campos, Augustus Nicodemus, Renato Vargens e outros tantos!

Homens que regaram as raízes da fé de tantos homens e mulheres de Deus na história da igreja. Que em seus escritos nos inspiraram a sermos mais parecidos com nosso Senhor. Temos estes e tantos outros escritores que estão em algumas estantes nas livrarias evangélicas, mesmo que num canto escondido, auxiliando a nossa caminhada cristã. Infelizmente, não estão na lista dos mais vendidos, mas estão lá a disposição de quem possa adquiri-los.

Lembro sempre de uma frase: “Livros não mudam o mundo, mudam pessoas”. A cada dia estou convicto disto! Se em nossas livrarias a coisa não está fácil, isso não quer dizer que não há nada bom. Sempre há! Basta procura, pesquisa e conversa com pessoas mais experientes na fé. Antes de comprar, não custa nada perguntar.

Bom, é isso!

Feliz Natal a todos!

Raridade hoje?

Raridade hoje?

Conversando com amigos de ministério no último sábado, um assunto veio a mesa e até agora não me sai da cabeça. Na verdade não tem me saído da cabeça já há alguns meses. Infelizmente a igreja protestante tem deixado de ter em suas fileiras homens e mulheres convertidos. Se assustou? Eu também…

O Senhor Jesus me converteu em outubro de 1996. Lembro que foram alguns meses de luta interna, pois não me parecia o melhor caminho a seguir, mas a sua irresistivel Graça alcançou-me naquele começo de outubro. Lembro que naquela madrugada de sábado para domingo, eu cai em tremendo choro em meu quarto diante de algo belo e vivo. Não tinha como voltar atrás, fui alcançado com um amor e certeza de não poder andar pelos caminhos que andava antes. No domingo eu queria ir até a igreja, reunir-me com meus irmãos, cantar aqueles cânticos que naquele instante passaram a ter real sentido e ao mesmo tempo declarar ao mundo que eu pertencia ao Senhor Jesus.

A metanóia estava instaurada: não podia viver do mesmo jeito que vivia. Isto já começou no primeiro dia da conversão. Sem saber nada de Bíblia, uma coisa eu tinha certeza: a vida com Cristo deveria ser uma nova vida!

No processo soberano da conversão, o Senhor usa a pregação da Palavra. A forma inteligível de entendimento do texto bíblico. Dizer o que o texto diz é uma forte arma argumentativa, mesmo sabedores que Deus usa a revelação apartir dEle mesmo para que o homem natural possa ter a neblina que o cega retirada.

E muita coisa tenho visto na igreja. Não só eu tenho visto, mas o mundo tem visto. E até o momento não vi a igreja ser foco das atenções por estar pregando a Palavra centrada nas Escrituras, com boa doutrina e vida ética. As manchetes chamam mais atenção pelo lado obscuro e vida destituída da ética/moral cristã.

E neste bonde as igrejas estão abarrotadas de pessoas que não tem tido muito tempo para mudar suas vidas pela transformação do Evangelho genuíno.

Nunca pensei que diria isto: tenho saudades do tempo em que uma pessoa entrava na igreja e algum tempo depois você quase não a reconhecia pois ela havia se transformado numa nova criatura…

Esta afirmação não passava em minha cabeça, pois simplesmente esta deveria ser o normal na comunidade da fé. Mesmo que em nosso meio sempre existiu – e existirá- pessoas simpatizantes ou que precisam de uma ajuda religiosa, o número de convertidos hoje é menor do que muitos pensam.

Ai fica o desafio para os que não desistiram da igreja:
– Buscar a genuína pregação da Palavra;
– não se envergonhar de usar a mente que o Senhor nos deu e PENSAR a fé;
– Entender que estudar doutrina é algo necessário e deve fazer sentido na nossa prática diária;
– Não dividir a vida em departamentos, mas viver a fé no dia a dia;

Fica ai uma das músicas mais lindas sobre conversão que já ouvi:

Já perceberam que nem sobre a conversão cantamos mais?
Qual foi a última vez que você cantou junto com os irmãos um cantico que fala sobre conversão?

Agora é com vocês!

Comentem!

Hoje completam 40 anos do lançamento de “Abbey Road” dos Beatles. E em comemoração a tal fato histórico, milhares de pessoas foram até a frente do mítico estúdio para terem a oportunidade de tirar uma foto igualzinha a capa do penúltimo disco oficial do Fabfour.  Fiquei sentado olhando aquela cena com uma vontade enorme de tirar uma foto ali. Na verdade este foi um sonho que sempre nutri.

Quem me conhece sabe que minha banda predileta é o The Who. Nunca escondi isto de ninguém, mas os Beatles estão entre as 5 que mais me emocionaram e fizeram deste humilde ouvinte um grande apreciador do rock. Gosto muito dos Beatles. Os quatro garotos de Liverpool acompanham minha vida desde meus 12 anos quando ouvi o disco “A hard day’s night”. Disco simples, infantil e ousado! Todo mundo canta junto.

Ai os caras foram amadurecendo, foram se entregando ao mundo próprio das composições e lançaram verdadeiros marcos históricos em forma de discos. A trinca imperdível Rubber Soul(1965), Revolver(1966) e Sargeant Pepper(1967); definem o som dos Beatles: criatividade em arranjos e letras, tudo harmonizado pelo mestre/maestro George Martin.

Este disco que agora completa 40 anos mostra o amadurecimento de McCartney como letrista e arranjador que seguiu em sua carreira solo. Lennon também já dá demonstrações de que tudo caminha para uma ruptura com os companheiros.

Sei que se passaram 40 anos e muitos querem fazer o caminho dos Beatles: atravessar a rua e ter esta imagem imortalizada em uma foto. Tudo igual a capa do magistral álbum. Sei que eu fiquei, como já disse anteriormente, com a vontade de ter esta oportunidade um dia. De esperar o sinal fechar e pedir para alguém registrar o momento: eu, minha esposa e filhos atravessando aquela já desgastada faixa de pedestres. Colocar o quadro com a foto do tamanho de um vinil na sala e ficar olhando para ele de vez em quando. Isso seria legal, sabiam?

Ao mesmo tempo me peguei pensando sobre um outro caminho e fiquei intrigado. Jesus andou por este mundo e fez tantas coisas que neste terra não caberiam a quantidade suficiente de livros contando todos os fatos (Jo 21.25). Naquele momento fiquei olhando minha velha Bíblia, já surrada, e fiquei imaginando algo como a capa de “Abbey Road”.

Será que tenho olhado para ela com vontade de (re)viver tudo que ela diz? Não falo de forma legalista/moralista, mas de ter o prazer de refazer os caminhos do Mestre. De olhar para a mensagem de Cristo e ter nela a inspiração para a vida. Tudo isto da forma devida, sem ranços religiosos ou libertinagem. Tendo o foco nos pés do Mestre, em suas pegadas e palavras. Tudo isto moldando minha vida e de minha família.

Fiquei pensando novamente… Pensamentos que vão e vem a mente…

Como seria legal ter um quadro de minha família, incluindo os filhos que ainda não tenho, numa imitação da capa do clássico disco dos Beatles. Como seria bacana! Contudo, como quero que minha família tenha nos passos de Cristo sua inspiração. Uma família de imitadores do Cristo! Que ama a vida, tanto ama que a dá a própria vida por amor dos seus! Que olha o outro com amor e compaixão! Caminhando na vida, sentindo o mesmo calor e tendo convicção que há mudança espiritual e social por onde quer que passemos. Caminhar como Ele faz todo o sentido!

Tudo isto eu vi através de uma pequena faixa de pedestres. Tudo isto fez real sentido nas palavras daquele que atreveu-se a dizer que Ele era o único Caminho, Verdade e Vida. Nisto ele foi mais radical do que os Beatles. Nisto ele foi mais inspirador que toda a música. E nisto ele foi mais que poeta! Foi e é o único sentido de se atravessar esta vida para a vida eterna!

Á Ele toda Honra e Louvor!