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Estava num retiro de minha igreja. O ano era 1997. Era num sítio em Xerém. Fazia frio. Apesar da baixa temperatura, meu coração estava queimando. Queria mais da parte de Jesus. Não sabia por onde começar. Havia sido convertido pelo Senhor em outubro do ano anterior e estava preocupado em não me perder no reino “encantado” da igreja.

Tinha poucos referenciais. Lembrava de um amigo querido que sempre me falou para ter cuidado com os livros que chegassem as minhas mãos pois existia muito maluquice no meio evangélico.

Naquele retiro resolvi abrir meu coração com o querido Emmanuel, que tornou-se um dos grandes amigos que tenho. Cheguei tímido até ele. E me abri dizendo que queria mais de Jesus, mas tinha medo de me aventurar pelo caminho da literatura teológica e encontrar coisa que me fizessem mal.

Lembro até hoje. Sentados na varanda, ele se levanta e fala que vai pegar um livro. Ele volta com o livreto “Crer é também pensar” do John Stott. E me falou: “Leia tudo que puder deste cara!” Conselho dado, sigo o rumo.

Li tudo que pude do John Stott. Sempre.

Inclusive no primeiro semestre de 2011 ao me perguntarem qual classe de EBD gostaria de ministrar, sem muitos titubeios falei que queria falar sobre o Sermão do Monte. Como base usei Lloyd-Jones e Stott. Na verdade, 80% do curso foi baseado no comentário dele sobre esta porção do Evangelho de Mateus.

Ontem soube da morte deste santo homem de Deus. Não contive as lágrimas. Parecia que tinha perdido parte de mim. Como se um amigo próximo tivesse morrido. Lamentei e senti aquela dor que a morte traz ao coração de todo homem que sabe que não fomos feitos para a morte.

Hoje a eternidade deu as mãos ao amigo que nunca tive oportunidade de encontrar. Jesus o chamou para o descanso. Um dia Ele me chamará também. E terei a oportunidade de conversar face a face com Stott, num papo gostoso e sem termos a mancha do pecado que habita em todos os homens.

Louvado seja o Senhor! 

Sensato, sincero e sensível! Ótima percepção do mal que tem atingido a igreja em cheio!
Pena não ter nascido da reflexão de um dos nossos… Pelo menos que eu saiba!

Os negritos são de meu próprio punho!

Direto da Folha de São Paulo, como um verdadeiro soco na boca do estômago:

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Neopaganismo evangélico

Estava passeando pela TV quando dei com um culto da Igreja Mundial do Poder de Deus. Teria rapidamente mudado de canal se não tivesse acabado de ler o interessante livro de Ronaldo de Almeida, “A Igreja Universal e seus Demônios – Um Estudo Etnográfico” [ed. Terceiro Nome, 152 págs., R$ 28], que me abriu os olhos para o lado especificamente religioso dos movimentos pentecostais. Até então, via neles sobretudo superstição, ignorando o sentido transcendente dessas práticas religiosas.

No culto da TV, o pastor simplesmente anunciou que, dado o aumento das despesas da igreja, no próximo mês, o dízimo subia de 10% para 20%. Em seguida, começou a interpelar os crentes para ver quem iria doar R$ 1.000, R$ 500 e assim foi descendo até chegar a R$ 1.

Notável é que o dízimo não era pensado como doação, mas simplesmente como devolução: já que Deus neste mês dera-lhe tanto, cabia ao fiel devolver uma parte para que a igreja continuasse no seu trabalho mediador. Em suma, doar era uma questão de justiça entre o fiel e Deus.

Em vez de o salário ser considerado como retribuição ao trabalho, o é tão só como dádiva divina, troca fora do mercado, como se operasse numa sociedade sem classes. Isso marca uma diferença com os antigos movimentos protestantes, em particular o calvinismo, para os quais o trabalho é dever e a riqueza, manifestação benfazeja do bom cumprimento da norma moral.

Se o salário é dádiva, precisa ser recompensado. Não segundo a máxima franciscana “é dando que se recebe”, pois não se processa como ato de amor pelo outro. No fundo vale o princípio: “Recebes porque doastes”. E como esse investimento nem sempre dá bons resultados, parece-me natural que o crente mude de igreja, como nós procuramos um banco mais rentável para nossos investimentos.

O crente doa apostando na fidelidade de Deus. Os dísticos gravados nos carros, “Deus é fiel”, não o confirmam? Mas Dele espera-se reciprocidade, graças à mediação da igreja, cada vez mais eficaz conforme se torna mais rica. Deus é pensado à imagem e semelhança da igreja, cujo capital lança uma ponte entre Ele e o fiador.

Anticalvinismo
Além de negar a tradicional concepção calvinista e protestante do trabalho, esse novo crente não mantém com a igreja e seus pares uma relação amorosa, não faz do amor o peso de sua existência.

Sua adesão não implica conversão, total transformação do sentido de seu ser; apenas assina um contrato integral que lhe traz paz de espírito e confiança no futuro. Em vez da conversão, mera negociação. Essa religião não parece se coadunar, então, com as necessidades de uma massa trabalhadora, cujos empregos são aleatórios e precários?

Outro momento importante do livro é a crítica da Igreja Universal ao candomblé, tomado como fonte do mal. Essa crítica não possui apenas dimensões política e econômica, assume função religiosa, pois dá sentido ao pecado praticado pelo crente. O pecado nasce porque o fiel se afasta de Deus e, aproximando-se de uma divindade afro-brasileira, foge do circuito da dádiva. Configura fraqueza pessoal, infidelidade a Deus e à igreja.

Nada mais tem a ver com a ideia judaico-cristã do pecado original. Não se resolve naquela mácula, naquela ofensa, que somente poderia ser lavada pela graça de Deus e pela morte de Jesus, mas sempre requerendo a anuência do pecador.

Se resulta de uma fraqueza, desaparece quando o crente se fortalece, graças ao trabalho de purificação exercido pelo sacerdote. O fiel fraquejou na sua fidelidade, cedeu ao Diabo cheio de artimanhas e precisa de um mediador que, em nome de Deus, combata o Demônio. O exorcismo é descarrego, batalha entre duas potências que termina com a vitória do bem e a purificação do fiel.

Paganismo
Compreende-se, então, a função social do combate ao candomblé: traduz um antigo ritual cristão numa linguagem pagã. Os pastores dão pouca importância ao conhecimento das Escrituras, servem-se delas como relicário de exemplos. Importa-lhes mostrar que o Diabo, embora tenha sido criado por Deus, depois de sua queda se levanta como potência contra Deus e, para cumprir essa missão, trata de fazer o mal aos seres humanos.

O mal nasce do mal, ao contrário do ensinamento judeu-cristão que o localiza nas fissuras do livre-arbítrio. Adão e Eva são expulsos do Paraíso porque comeram o fruto da Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal e assim se tornam pecadores, porque agora são capazes de discriminar os termos dessa bipolaridade moral.

Essa teologia pentecostal se aproxima, então, do maniqueísmo. Como sabemos, o sacerdote persa Mani (também conhecido por Maniqueu), ativo no século 3º, pregava a existência de duas divindades igualmente poderosas, a benigna e a maligna. Isso porque o mal somente poderia ter origem no mal. A nova teologia pentecostal empresta o mesmo valor aos dois princípios e, assim, ressuscita a heresia maniqueísta, misturando o cristianismo com a teologia pagã.

José Arthur Giannotti, na Folha de S.Paulo.


Direto do Pavablog

Cidade assolada após um tsunami

Hoje conversei com dois amigos e sai do papo pensando sobre como somos vulneráveis em nossas crenças. No papo falamos sobre a falência das certezas, onde pessoas esclarecidas vão atrás da primeira onda que lhes faça sentido. Mesmo que a onda nem tenha estrutura para ser uma ‘marola’, acaba tendo uma força de um tsunami.

Assim parece funcionar a cabeça de muita gente. Experiências estão falando mais do que qualquer coisa que possa ter um senso de realidade. Tudo vale, tudo mesmo! Ai sobra pouca coisa. Não basta intelecto se as emoções falam com uma potência enorme… Equilíbrio passa longe, bem longe…

Lembro de quando vi um video do Tsunami. O que mais me impressionou era a volta das águas ao mar: tudo era tragado ao infinito do mar! O que antes era uma cidade, agora nem um esboço de cidade existia. TUDO era retirado de lugar e parecia que nunca haviam passado pessoas por ali!

Esta imagem me vem a mente quando penso nesta busca desenfreada por experiências incertas. No primeiro momento parecem as águas de um tsunami rasgando tudo por dentro trazendo mudanças completamente radicais nas estruturas. Só que o maior estrago é a saída das águas: Na maioria das experiências religiosas frustradas, o que há de pior é o vazio desestruturado que muitas crenças deixam nas cabeças de muitos. Tudo por dentro é escombro, lama, vazio caótico…

Em busca do espiritual, enche-se a mente de qualquer coisa. Se tem sentido ou não, isto é o de menos. O importante é crer! Ai tudo se esvai levado a um mar infinito e agora cinza de frustrações.

Eu quero mergulhar o mais profundo que puder no conhecimento de Deus. Sei que com isso ficarei de frente a coisas que minha mente não conseguirá alcançar. Só que, quando leio as Escrituras, vejo um Deus que valoriza o intelecto que me deu. Um Deus que me chama a dar razão de minha fé e não para me tornar num “ser espiritual”. Vejo Cristo chamando discípulos que antes eram inimigos dEle e hoje tornaram-se gente.

E nada me tira da cabeça que Ele chamou os discípulos de amigos, pois eles haveriam de se tornar gente!

por Ariovaldo Jr.

Crente é um bicho estranho. Você grita “AMÉM?” e ele responde gritando o mesmo. Se perguntar pela segunda vez, ele responderá mais alto. Se no meio do louvor você gritar “pule na presença do Senhorrrrrrrr”, então eles pulam. Se você dançar de modo estranho, verá correspondência imediata nas pessoas.

Sua linguagem é facilmente influenciável por jargões. Basta pegar qualquer expressão bíblica cujo significado seja obscuro para a maioria, e pronto! Também colam as expressões inventadas que possuem aparência de espiritual, como por exemplo “ato profético”. Difícil de crer que nem existe esta expressão na Bíblia né?

Facilmente também estereotipamos outras coisas que fazem do crente um ser quase alienígena: os lugares que frequenta, o conteúdo de suas conversas e a aversão às coisas “do mundo”.

Pena quem os crentes não são condicionados a obedecer a todo tipo de “comando”. Parece que o adestramento a que foram submetidos possui limitações. Nem todos aceitam sugestionamentos que os levem a renunciar a seus interesses; ou dividirem suas posses com os necessitados; ou mesmo disponibilizar tempo para aqueles que estão abandonados em asilos, orfanatos e nas ruas.

Ah… antes que eu me esqueça, quero deixar claro que amo os crentes. E exatamente por ser um deles é que me incomodo tanto com estas coisas incompreensíveis que aceitamos passivamente em nossa conduta.

Retirado do site do Arivaldo Jr

por Ana Paula Gurgel – Leia seu Blog!

A história da Reforma Protestante revela sua preocupação com o ensino, não apenas religioso mas focando a formação integral do cidadão tendo sua base nos princípios éticos cristãos.

Um povo esclarecido melhora suas relações pessoais e de trabalho. Um povo convertido traz em sua formação a ética (ou deveria trazer) a fim de tornar as relações mais sadias e melhores.

Ouvi de uma amiga que o encanto da religião muçulmana sobre as sociedade tem se dado devido a forma relacional de valor uns dos outros a mesa, ao contar histórias, compartilhar e acolher… Engraçado, outrora ouvi que isto marcava o Cristianismo, mas parece que hoje não mais! Por quê?

Quando deixamos de lado o real valor do Cristianismo que é nosso encontro com Cristo que nos leva a uma nova relação de vida integralmente passamos a vivenciar o interesse econômico ou de barganha que a “fé” vem espalhando.

O que há com a reconstrução de vidas, começando pela minha que encontrei Cristo? Este encontro deve levar-me ao encontro de outros a fim de seu benefício, a fim de um maior desenvolvimento, não apenas relacional mas social, familiar, profissional, espiritual. Ou seja, todo o ser.

Nos escondemos em redomas de tijolos, ditas igrejas e nos pomos a orar de joelhos por bençãos individuais e egoístas e não mais relacionais!! (orem pelos reis! – hoje nossos governantes)

Pergunto novamente, o que retemos de nosso encontro pessoal com Cristo que nos leve ao próximo, ao outro, a nós mesmos de forma a traçarmos uma reconstrução de nossa sociedade?

Se é bom pintor, pinte com graça e cada vez melhor! Se é bom escritor, escreva com graça cada vez melhor! Se é bom professor, ensine com graça, cada vez melhor … e se já faz o seu melhor, mantenha!  Sem utopismo mas com eucaristia, com graça!

Ainda estou construindo o pensamento e escrevo esta linhas para mim também, pois sei que preciso lembrar disso a cada instante do meu dia quando sou tentada a esquecer de todo o resto e focar apenas em mim.

I João 1 diz “… sim, o que vimos e ouvimos, isso vos anunciamos, para que vós também tenhais comunhão conosco; e a nossa comunhão é com o Pai, e com seu Filho Jesus Cristo. … Se dissermos que temos comunhão com ele, e andarmos nas trevas, mentimos, e não praticamos a verdade; mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus seu Filho nos purifica de todo pecado.”

Vejo sempre que posso os programas evangélicos da TV. Vejo para saber como não devo crer. Estas duas semanas parei em frente da TV para ver alguns. E ainda continuo pensando a mesma coisa. A fé vendida por muitos é a fé cheia de medo do inferno, supertições e práticas devocionais tão amedontradas que chego a desconfiar que Deus esta longe disto…

Ao ver isto tudo, além do estômago embrulhado, tive o presentimento de que aquilo tinha cheiro de qualquer coisa menos do Evangelho de Cristo. Os tele”evangelistas” vendiam o terror e o ‘jeitinho’. Ou melhor: vendiam algum remédio, ou antídoto, contra os males deste mundo. Se a pessoa aceitasse participar de tais rituais, e tivesse a vida transformada pelo Evangelho, seria uma tremenda sorte.

A fé valia mais do que o Autor da Fé Salvadora. Afinal, muitos nem citavam o nome de Cristo. Acho que eles não tiveram coragem de colocar o nome de um Deus Santo no meio de tanta lama.

Será que este é o papel da igreja? Deixar as pessoas livres de problemas, doenças e circunstâncias duras de uma vida? Seria só isto? Não acredito nisto! Acredito que somos  chamados para proclamar a Salvação em Cristo e a Vida! Gente que nasce de novo, encontra a Paz em Deus. Gente que sai por ai com a convicção de transformar outras realidades: sejam de indivíduos ou sociedade!

Por isso me assusto com cristãos cheios de medo de tudo! Será que a Graça não me basta? Ou os Amuletos continuam a ter mais poder que a Graça de Cristo?

Esta semana uma música não saiu de minha cabeça. A música se chama “Tranquilo”, do genial Kassin+2:

tranquilo
levo a vida, tranquilo
não tenho medo do mundo
não vou me preocupar

tranquilo,
levo a vida, tranquilo
não tenho medo da morte
não vou me preocupar

que passe por mim a doença
que passe por mim a pobreza
que passe por mim a maldade,
a mentira e a falta de crença

que passe por mim olho grande
que passe por mim a má sorte
que passe por mim a inveja,
a discórdia e a ignorância

A ouvi e fiquei pensando: Seria uma “Ode a despreocupação”?

Não viverei isento de aflições, afinal Cristo nos avisou que passaríamos por aflições neste mundo (Jo 16.33).  Só que Ele fala em seguida: “Tendes bom ânimo, eu venci o mundo!” Ele venceu o mundo e esta vitória deveria me deixar completamente entregue a Ele apesar de tudo que o mundo nos joga nas costas. Só que sou dEle e as Escrituras falam que nada vai me separar de Seu Amor.

Olho grande, Inveja, má sorte e todas estas coisas? Não me afetam!
Ou você crê diferente disto? Ai só amuletos mesmo!

Eu não creio nisto!

Doença, maldade, pobreza e falta de crença?
Se sou dEle, isto pode me afetar sim, mas deixar de andar com Ele? Não posso crer que isto vá me separar do Deus que me amou primeiro! Não mesmo! Ele é muito maior que isto!

E medo da morte? Se sou dEle, terei mesmo medo da morte? Sabemos lidar com a morte?

Querem saber? Vou seguir dependente dEle e levando a vida tranquila!

Será heresia propor ao pessoal do louvor cantar esta música no domingo? rssssssss

Será?????

Publicado: 24 24UTC julho 24UTC 2009 em Sem categoria
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Vi no blog VeSHAME Gospel, conferi a veracidade e reposto aqui!
Fiquei pensando… Será que nossa relevância se resumirá na questão da sexualidade de uma novela da Globo?
Acho que podemos muito mais!

Classificação indicativa e evangélicos fazem Globo cortar nudez de novelas

O direto geral da Rede Globo, Octavio Florisbal, disse que, além da classificação indicativa, que hoje está mais rígida, os evangélicos são outro motivo para o desaparecimento das cenas de nudez nas novelas da Rede Globo.

Em “Celebridade”, no final de 2003, Juliana Paes mostrou os seios logo no primeiro capítulo. Depois, exibiu o bumbum. Na mesma novela, Deborah Secco fez topless. Em “Páginas da Vida”, em 2006, Ana Paula Arósio fez striptease na noite de núpcias de sua personagem.

Cenas como essas sumiram das últimas novelas das oito da Globo. E não vão retornar em “Viver a Vida”, a próxima do horário, de Manoel Carlos, um velho adepto da nudez para levantar a audiência.

“Hoje a classificação indicativa está muito mais rígida”, justifica Octavio Florisbal, diretor-geral da Globo, sobre o recato das produções da casa.

O executivo aponta ainda mais dois motivos: a adoção de um manual de princípios e valores e a rejeição dos emergentes evangélicos -que hoje têm a opção de trocar as novelas da Globo pelas da Record. “As pesquisas mostram que parte do público é refratário a alguns excessos”, afirma Florisbal.

A classificação indicativa, também apontada por autores de novelas como “a nova censura”, é a ferramenta pela qual o Ministério da Justiça determina o que é adequado ou não para determinado horário. Cenas de nudez, pelo manual do ministério, só depois das 22h.

Pelas regras em vigor desde 2007, são as próprias emissoras que estipulam a classificação indicativa de suas obras, mas uma equipe do ministério assiste à programação da TV aberta e reclassifica os programas quando julga necessário.

Fonte: Folha de São Paulo – coluna de Daniel Castro
Via – Folha Gospel